Conhecendo a Dislexia

avaliacoes reabilitacoes neuropsicologicas 148

Conhecendo a Dislexia (05 nov 2019)

um artigo sobre a dislexia, Do diagnóstico, à uma vida ativa, criativa e feliz

É natural que crianças, ao começarem o processo de aprendizagem, tenham dificuldades para pronunciar números e palavras, ou reconhecer símbolos e gráficos.

Mas, atenção, esses podem ser sintomas de dislexia.

Por isso, preparamos esse conteúdo exclusivo para quem busca saber mais sobre esse distúrbio genético.

Essa desorientação, ainda sem muitos esclarecimentos, faz com que o cérebro tenha dificuldade para ler, unir as letras e relacionar os sons às sílabas. Mas isso não tem nada a ver com Quociente de Inteligência (Q.I), hein?

Disléxicos têm complicação com as palavras e atinge, principalmente, o sexo masculino, com três meninos para cada menina.

Agora, esses sintomas são bem específicos e não afetam outras características. Geralmente, quem é diagnosticado manda muito bem nos cálculos. Outra coisa, o comportamento também é bem variado: os perfis podem ser desorganizados ou metódicos, mais falantes ou tímidos.

Principais sinais e sintomas

Primeiro, é necessário ter ciência de que existem vários graus de intensidade. Agora, vamos lá…

– Fique de ouvidos atentos na troca de letras, especialmente nas que possuem sons parecidos, como “f” e “v”, “b” e “p”, “d” e “t”
– Pular ou mudar palavras na hora de ler ou escrever também são peculiaridades da patologia

– Percebeu que a fala está prejudicada? É mais um indicador
– Quando a criança não conseguir associar sons e letras, confundir vocábulos que possuem sonidos parecidos, como queijo e cheiro
– Outro vestígio é observar erros constantes de ortografia e lentidão na leitura

– Bem como, problemas de localização de esquerda e direita – E até dificuldades para estudar

A identificação da atrapalhação no aprendizado costuma ocorrer na infância, quando a garotada está aprendendo a ler e escrever. Porém, eventualmente, há pessoas que são diagnosticadas na adolescência ou na fase adulta.

Diagnóstico

Se obtém por meio de avaliação neuropsicológica que trabalha as seguintes áreas: Memória, Percepção, Atenção e Foco, Raciocínio e Coordenação.

Além de provas de fluência verbal e desempenho cognitivo, feitas por neurologistas, fonoaudiólogos e psicólogos, em crianças entre oito e nove anos de idade.

No consultório, o profissional da saúde avalia o caso a fim de diferenciar a dislexia de problemas emocionais ou neurológicos, e de outros transtornos, como o Déficit de Atenção e Hiperatividade, o TDAH.

Reabilitação e Tratamento

A Dislexia não tem cura. Porém, é possível seguir a vida normalmente, com o apoio e suporte especializado desde a sua descoberta. O tratamento com especialistas possibilita criar estratégias para vencer as dificuldades com as palavras e demais obstáculos do dia a dia. Cabe ressaltar a importância da terapia, que colabora para frear possíveis crises de autoestima.

Uma peculiaridade notável entre os disléxicos é a criatividade. Por isso, é aconselhável manter a criança incentivada, estimulando-a em atividades, como praticar esportes, desenhar, pintar e tocar instrumentos musicais.

A tecnologia é mais uma aliada no desenvolvimento dessa turma. Softwares modernos e videogames específicos exercitam as habilidades na leitura e na escrita, além de audiobooks que instigam a associação do som às palavras e letras adequadas.

Na reabilitação, há um programa de exercício cerebral que contribui para impulsionar as habilidades de leitura e aprimorar as capacidades cognitivas em pessoas diagnosticadas com dislexia.

O planejamento traz uma série de práticas intelectivas, trabalhando a reabilitação do paciente. São elas: Denominação, Exploração visual, Foco, Memória de trabalho, Tempo de resposta e Velocidade de processamento.

Agora, que você já é capaz de perceber se uma pessoa sofre com Dislexia, ajude-a a procurar o tratamento adequado.

A Medical Tecnica é uma empresa especializada em: 1) baterias avançadas de avaliações neuropsicológicas computadorizadas para detectar deficiências cognitivas relacionadas à idade, Alzheimer, TDAH, dislexia, depressão, Parkinson, discalculia, etc. 2) programas de treinamento, reabilitação e estimulaçãopara queixas de memória. Solicite uma apresentação